sábado, 26 de novembro de 2011

Nunca Saber O Amanhã



A lua fala fracamente
Em voz audível para ninguém.
O crescente repetindo e cair das marés
São a cena da memória desaparecendo da lua.

Ainda assim, vou clamar.
Nem mesmo saber por quê, eu levanto a minha voz.
Pode continuar até o meu eco no espaço celestial.
Então, um novo sol acabará por subir também.

Para mim, o céu é demasiado vasto,
E o tempo é muito rápido
Sem saber nada,
Estou reunindo palavras em vão,
Que só acabam apodrecendo na terra.

Ainda assim, vou clamar.
Nem mesmo saber por quê, eu levanto a minha voz.
Pode continuar até o meu eco no espaço celestial.
Então, um novo sol acabará por subir também.

A lua fala fracamente
Em voz audível para ninguém.
O crescente repetir e cair das marés
São a cena da memória desaparecendo da lua.

O registro de estrelas arcanas
Em um roteiro decifrável a ninguém.
De turbilhões de palavras infinitas
Bilhões de livros nascem.

Para mim, o céu é demasiado vasto,
E o tempo é muito rápido
Sem saber nada,
Estou reunindo palavras em vão,
Que só acabam apodrecendo na terra.

Ainda assim, vou clamar.
Nem mesmo saber por quê, eu levanto a minha voz.
Pode continuar até o meu eco no espaço celestial.
Então, um novo sol acabará por subir também.

A escuridão desprezível me respondeu,
Dizendo que ninguém jamais viu o futuro.
Chego as minhas mãos para o céu vazio,
E agarro o vento frio.

Oh, desespero, sopra através de mim!
Todos os sonhos e agonias se tornarão passado.
No crepúsculo fraco acima da terra dormindo,
Eu ando para a frente
Para o amanhã que ainda não está visível.

*Quem interessar, o nome da música no original é Cras Numquam Scire.

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